Hoje vamos mostrar uma série de ilustrações de arte vetorial criada por dois artistas franceses: Romain Bourdieux e Thomas Pomarelle. A série se chama ‘Cyclemon' e retrata, em cada ilustração um tipo de personalidade. Muitos podem identificar amigos ou até a si próprio! Olha só:
As férias estão chegando e se você está pensando em fazer uma viagem de bicicleta, levar sua bike para fazer uma pedalada no local de destino, ou simplesmente aproveitar sua cidade pedalando, é muito importante que você faça uma revisão geral no seu equipamento. E a melhor forma é levando sua amada magrela em um bicicleteiro de sua confiança. Porém, entender a sua bike pode ser muito prazeroso, você pode fazer pequenos reparos e limpeza, além de aprender a observar possíveis sinais de perigo, causados por desgaste de peças ou falta de lubrificação. Se você mesmo quer cuidar da sua bike, saiba que terá que ter alguns instrumentos em mãos: um jogo básico de ferramentas, escova, espátula, óleo lubrificante, graxa, entre outros. Por isso, fizemos este post com dicas simples de manutenção para sua bike, para que você possa manter seu equipamento sempre em bom estado. 1. Mantenha sua bicicleta limpa Areia e sujeira comumente "colam-se" aos lubrificantes da bicicleta e podem causar o desgaste de algumas peças e devem ser limpadas regularmente. O processo de limpeza é bem simples, usando um desengraxante para remover lubrificantes antigos, principalmente na pedivela, corrente, coroa e câmbios. Utilizar escovas de cerdas duras em vários tamanhos ajuda a remover as sujeiras escondidas em partes de difícil acesso. Uma esponja com água e sabão finaliza a limpeza.
2. Mantenha as peças lubrificadas A lubrificação regular ajuda para que a bicicleta ande de forma suave e evita o desgaste excessivo das peças. Porém, lembre-se de sempre remover o lubrificante antigo com um desengraxante antes de uma nova aplicação. Os lubrificantes usados podem ser secos, úmidos, ou graxa. Diversas partes das bicicletas necessitam de lubrificação: - Conduítes: Colocar óleo dentro dos conduítes antes de encaixar um novo cabo diminui falhas nas trocas de marchas e melhora a eficiência dos freios. - Câmbios: O ideal é colocar óleo nas dobras de movimento dos câmbios dianteiro e traseiro uma vez por semana, caso use a bicicleta frequentemente. É importante aplicar também no parafuso da roldana do câmbio traseiro. - Corrente: Muito importante para um bom funcionamento da bike. Use, preferencialmente, óleo leve em spray ou líquido. - Parafuso do selim e mesa: É importante aplicar óleo ou composto anti-corrosivo para impedir que estes colem no tubo do selim ou na espiga.
3. Pare! e observe sua bike! Quanto mais você pedala, mais as partes da bicicleta se desgastam. Estar atento a elas e trocá-las sempre que necessário, permite que a bicicleta funcione perfeitamente e diminui o risco de acidentes. - Catracas e coroas: Verifique se faltam dentes ou se estes estão gastos. Este tipo de desgaste pode fazer a corrente "saltar" em um momento de maior força no pedal causando um acidente.
- Freios: Sempre verifique se as sapatas dos freios estão gastas. Se elas estiverem gastas desigualmente, significa que não estão igualmente em contato com a superfície de frenagem. Isso diminui a eficácia dos freios. Sempre que estiverem gastas, troque as sapatas e as alinhe de forma correta.
- Cabos e conduítes: Cabos internos esfiapados podem te deixar sem marcha ou sem freio, o que é um grande risco. Conduítes gastos ou quebrados diminuem a eficácia do freio e possibilitam que sujeira entre e prenda nos cabos.
- Aros: Marcas de desgaste profundo e trincos nos ilhós dos raio podem constituir um perigo para o ciclista. Fique atento a estes sinais.
- Pneus: Há vários sinais que indicam que está na hora de trocar o pneu. Saliências: A presença de saliências ou torções no corpo do pneu é um sinal de que este pode arrebentar. Rasgos ou cortes: Cortes no corpo do pneu deixam seu revestimento interno danificado facilitando que o pneu arrebente, além de deixar o pneu mais suscetível à entrada de objetos cortantes que podem alcançar a câmara de ar e causar um furo. Desgaste: Um pneu gasto perdeu a força estrutural e pode rasgar ou formar saliências mais facilmente. Além de ser perigoso, pois um pneu que perdeu borracha (careca) pode influenciar negativamente a frenagem.
Sempre que observar um destes sinais, faça a manutenção da sua bike ou a leve em uma bicicletaria. Uma bicicleta bem cuidada é sinônimo de confiança e prazer na sua pedalada! Precisando de algo para a manutenção da sua bike? Clique aqui! Visite nossa página no Mercado Livre, temos todos os acessórios para sua bike! Clique aqui! #GoBikers!
A artista israelense Nirit Levav cria esculturas de cães em tamanho real, feitas inteiramente de peças descartadas de bicicletas, como correntes, engrenagens e pedais. Nirit se formou na Parsons School of Design, Nova Iorque, com uma licenciatura em design de moda. Assim, especializou-se em vestidos de noiva, mas depois de anos trabalhando na indústria da moda, ela percebeu que isso não poderia satisfazer seu desejo artístico. Então, a artista começou a fazer experiências artísticas com outros materiais. Seus primeiros trabalhos enfatizavam sua capacidade de fazer arte a partir de uma série aparentemente interminável de materiais, desde trilhos de metal, pregos, chaves, lâmpadas, prendedores de roupa, etc. Mas um fato em particular a estimulou a usar um único material para sua arte: um dia, ao visitar uma loja de bicicletas em busca de lixo para suas obras, recebeu uma caixa cheia de correntes de bicicleta. O material se mostrou tão versátil que Nirit decidiu usá-las exclusivamente para criar a série “HOW!WoW!” de esculturas de cães. Nirit utiliza desde correntes enferrujadas a selins, transformando tudo em lindas obras de arte reciclável. Seus cachorrinhos pesam de 300kg a 03 toneladas! Confira a linda série "HOW!WoW!”:
Veja o vídeo que mostra como essas fabulosas esculturas são produzidas:
Semana passada postamos um texto sobre a Solar Cross, uma bike equipada com painéis solares. Hoje vamos falar de mais uma idéia que une bicicleta e sustentabilidade: a Copenhagen Wheel. Cada dia mais (ainda bem!) as bicicletas são utilizadas como meio de transporte diário. Pessoas deixam de utilizar carros para aderir a esta alternativa saudável e sustentável indo contra a grande massa poluidora dos automóveis. Porém, nem sempre a pedalada é fácil e ter uma força extra para os momentos em que as coisas ficarem mais cansativas seria uma ótima opção. É o que propõe a Copenhagen Wheel, uma roda desenvolvida no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e promete acrescentar tração elétrica nas bicicletas. Ela armazena a energia gerada pelo ciclista durante a pedalada e a utiliza nos momentos em que um esforço maior é necessário, uma subida por exemplo, quando um motor compensa a fadiga do usuário com o giro necessário para manter o curso, atingindo, sem pedalada, uma velocidade de até 25 km/h.
Além de útil e sustentável, a Copenhagen Wheel é de fácil instalação (basta trocar a roda traseira da bike) e tem um sistema inteligente que "aprende" o ritmo do ciclista, mantendo a pedalada sempre estável. Outra vantagem, é que a roda é integrada a um aplicativo móvel, que tem conectividade wireless e pode ser usada para compartilhar dados como a sua localização, temperatura, entre outros, nas redes sociais.
Nos EUA, o preço da Copenhagen Wheel é 700 dólares, um custo baixo visto que lá, uma bicicleta elétrica simples tem um custo médio de 1500 dólares.
Veja o vídeo:
Quer saber mais? Acesse o site do projeto aqui. #GoBikers!
Se você nos acompanha, sabe que adoramos postar trabalhos de artistas que tem a bicicleta como meio ou tema de seus trabalhos. O artista de hoje é o fotógrafo francês Alain Delorme e sua série "Totems". A série retrata homens que carregam pela cidade de Xangai, inacreditáveis 'pilhas' dos mais variados objetos (cadeiras, papelão, flores) em seus carrinhos, triciclos ou bicicletas. Segundo o artista, essas pilhas representam novos totens de uma sociedade em completa transformação, de uma China contemporânea e complexa. Veja:
Idealizado pelo ciclista Terry Hope, a Solar Cross é uma bicicleta adaptada com painéis fotovoltaicos em sua estrutura, para produzir energia solar. O equipamento é capaz de produzir energia quando está estacionada ou em movimento, desde que esteja ao ar livre, recebendo raios solares. Hope instalou painéis solares em sua Specialized FSR Extreme 1998 e o equipamento pode auxiliar o ciclista para que este alcance uma velocidade de até 50km/h. Segundo o site Ecología Hoy, o valor do equipamento não ultrapassou 200 dólares - valor bem inferior se comparado com a maioria dos painéis solares do mercado - porém, ele não será vendido, por se tratar de um primeiro protótipo, mas servirá como inspiração para a indústria de bicicletas elétricas. A Solar Cross inspira também novas aplicações para o equipamento fotovoltaico, cada vez mais presente em diferentes soluções de tecnologia – como veículos, carregadores de gadgets e até eletrodomésticos. O único ponto crítico é o posicionamento das placas solares na bike - que pode causar certo estranhamento ao ciclista na hora de pedalar. Veja os vídeos!
Hoje é o Dia Internacional do Deficiente Físico, por isso resolvemos fazer um post especial sobre ciclismo paraolímpico. Esta modalidade começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam. A Paraolimpíada de Nova Iorque (1984) marcou por ser a primeira com atletas com paralisia cerebral, amputados e deficientes visuais. Em Seul (1988), o ciclismo de estrada entrou no programa oficial de disputas. A partir de Atlanta (1996), cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica. Em Sydney (2000), o handcycling (ciclismo com as mãos) teve suas primeiras provas de exibição. Quase 10 anos depois, em 1992, o Brasil estreou nos Jogos Paralímpicos em Barcelona, com Rivaldo Gonçalves Martins. Dois anos depois, na Bélgica, o mesmo ciclista, amputado da perna com prótese, conquistou o título de campeão mundial na prova de contra-relógio. Daí em diante, o Brasil teve diversas conquistas na modalidade. Nos Jogos Parapan-Americanos de Mar del Plata, em 2003, o país trouxe duas medalhas de ouro com Rivaldo (contra-relógio e estrada) e uma prata com Roberto Carlos Silva (contra-relógio). No Parapan-Americano de Cali (Colômbia), em 2007, o brasileiro Soelito Ghor conquistou ouro nos 4 km da prova de perseguição individual. Atualmente, portadores de paralisia cerebral, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos, competem no ciclismo. Existem, basicamente, duas modalidades: individual ou em equipe. As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo (UCI), mas com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas. No Brasil, a modalidade é administrada organizada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).
Classificações: Existem diversos níveis de deficiência. Desta forma, os atletas são divididos em classes para que os jogos sejam mais justos e competitivos. Essas classes definem também o tipo de equipamento que cada ciclista compete: bicicleta, triciclo, tandem (bicicleta para duas pessoas) ou handbike (bicicleta pedalada com as mãos). Há quatro classes de competição: B – atletas com deficiência visual que competem em uma tandem com um piloto vidente na frente; H1 a H4 – apenas para provas de estrada, essa classe contempla atletas com deficiência que afete suas pernas, competem usando uma handbike; T1 a T2 – também existente apenas nas provas de estrada, contempla atletas com deficiência que afete o equilíbrio, que competem usando um triciclo; C1 a C5 – atletas com com deficiência que afete pernas, braços e/ou tronco, mas que competem com uma bicicleta convencional (geralmente com adaptações). Lembrando que nas classes H, T e C, quanto menor o número, maior o impacto da deficiência do atleta sobre a habilidade de pedalar.
Modalidades: Basicamente é dividido em ciclismo de estrada e pista: - Ciclismo de estrada Os atletas usam capacetes com diferentes cores, representando sua categoria. Na corrida de estrada, todos os competidores largam juntos e o primeiro a cruzar a linha de chegada conquista o ouro. No contrarrelógio, os competidores saem a intervalos de 60 segundos e o ganhador é o ciclista com menor tempo no circuito. No ciclismo de estrada, é necessário força e resistência e os vencedores são os que conseguem manter seu ritmo e posicionamento durante todo o percurso. - Ciclismo de pista Pode ser dividido em Perseguição (Pursuit), Sprint (individual e por equipes) e Contrarrelógio. Sprint O Sprint é uma competição com dois ciclistas por vez, em três voltas no velódromo de 250m. Os dois iniciam lado a lado e geralmente bem devagar, antes do sprint final. É uma disputa extremamente estratégica: os competidores tentam evitar ficar na dianteira durante toda a prova, pois quem está atrás se cansa menos aproveitando o vácuo e se preparando para dar tudo de si mais adiante. Por isso, a prova inicia em ritmo lento, com os competidores se estudando e usando toda a largura a pista. O Sprint por equipes começa com uma rodada de qualificação, com os dois melhores times avançando para a final e os times com terceiro e quarto melhores tempos indo para a semifinal. O Sprint por equipes misto (classes C1 a C5), com homens e mulheres, é disputado por times de três atletas. Contrarrelógio No Contrarrelógio, a distância é de 1km para os homens e 500m para as mulheres. Os atletas percorrem a pista sozinhos, um a um, e aquele que fizer o menor tempo conquista o ouro. Perseguição Na Perseguição, dois oponentes iniciam cada um em um lado do velódromo. O vencedor é o que conseguir alcançar o outro competidor, ou registrar o menor tempo total. A prova masculina tem 4km. A feminina, 3km. Há uma rodada de qualificação, ao final da qual os dois atletas com os melhores tempos competirão pelo ouro e os ciclistas com terceiro e quarto melhores tempos disputarão o bronze. Veja um vídeo que mostra um pouco sobre o ciclismo paraolímpico:
A #BikeLovers! homenageia todos os portadores de deficiência física (atletas ou não), que enfrentam desafios diários. Essa motivação e superação nos inspira a cada dia! Fonte: Vá de bike Comitê Paraolímpico Brasileiro #Gobikers!