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quinta-feira, 19 de março de 2015

Dicas de como pedalar com seu animal de estimação


Quando temos um animal de estimação, queremos fazer tudo com ele certo?
Ainda mais pedalar, que é super divertido e prazeroso!
Porém pedalar com um animal, requer alguns cuidados para não comprometer a segurança e saúde do seu bichinho.
Neste post, vamos falar mais sobre cachorros, que são os pets mais comuns vistos por aí com seus donos ciclistas. Mas nada te impede de pedalar com seu gato, ou qualquer outro bichinho de estimação, desde que seja uma atividade prazerosa para ele.
Existem duas formas de levar seu pet na pedalada: de carona na bike através de cestinhas, bolsas e reboques; ou correndo ao seu lado. A melhor opção vai depender do tamanho e da condição física do animal.

1. Animais de pequeno porte: cestas e bolsas


Para animais de pequeno porte, a melhor opção são as cestinhas e bolsas. Existem diversas opções no mercado, específicas para usar com pets. Algumas possuem grade para evitar que o animal pule da cesta,
outras são bolsas acolchoadas para serem presas no guidão da bike, ou até mesmo mochilas para que o animal seja levado junto ao corpo do ciclista.
Mas se você for usar uma cesta normal, tipo de vime, aramadas, de plástico, ou caixas presas no bagageiro, lembre-se de forrar com uma almofada, para que o passeio seja confortável e seu bichinho não se machuque.




O mais importante neste tipo de transporte é o uso de peitoral no animal que deve ser preso com a guia na cesta ou bolsa. É como um cinto de segurança, primordial para a proteção do seu pet.
Antes de sair pedalando por aí, faça um período de adaptação. Caminhe empurrando a bike, para que o animal se acostume com a trepidação. Veja a reação dele ao passar por pessoas e outros animais e, caso haja algum comportamento inadequado, corrija-o.
Faça passeios curtos e não se esqueça de levar água e fazer uma parada para que o animal possa fazer xixi.

2. Animais de médio e grande porte: reboque 



Para animais maiores, uma boa opção é o reboque.
Aliás, não só para animais grandes, como também idosos ou deficientes.
São "casinhas" com rodas que são acopladas na parte traseira da bike.
Assim como as cestinhas, existem modelos específicos no mercado, abertos ou fechados, produzidos em tecido, de diversos tamanhos. Um exemplo é o HoundAbount Dog Bicycle Trailer. Veja o vídeo:


Aqui, as dicas permanecem as mesmas: prender a guia no reboque, passeios curtos de adaptação, parada para xixi e água.

3. Ao lado da bike


Aqui o principal requisito é conhecer bem a saúde e comportamento do animal.
Correr ao lado da bike exige esforço físico do seu pet, por isso, é importante saber o seu estado de saúde, com atenção especial para problemas cardio respiratórios, nas articulações e de sobrepeso. Cães com estes problemas não devem encarar este tipo de passeio.
Outra questão, é conhecer muito bem o seu amigo. Um comportamento inesperado ou brusco pode colocá-lo em risco e causar um acidente. Como sair em disparada, ou parar do nada.


Por isso, é muito importante treinar seu cão antes de sair para uma pedalada e ter o equipamento correto para este tipo de passeio. Simplesmente prender a guia do cão no guidão e sair pedalando não é a melhor postura.  Existem diversos equipamentos para esta prática no mercado e você deve escolher o que melhor se adaptar às suas necessidades e do seu cão. Um deles é o Springer Dog Exercise, uma barra que deve ser fixada na bike, e que dá maior estabilidade e liberdade para o animal, além de evitar qualquer impacto do cão com as partes mecânicas da bicicleta. 


O treinamento deve ser lento, primeiro empurrando a bike, em um lugar sem carros, pessoas ou outros animais. Aos poucos, comece a pedalar, a ir em locais com mais movimento.
Pedalar desta maneira exige muitos cuidados. Nunca saia em dias e horários de calor intenso. Cuidado com a velocidade do pedal. O passeio deve ser agradável para o cão e não leva-lo à exaustão. Não saia após alimentar o pet. Ofereça água sempre e faça paradas para descanso e xixi.

Se ao invés de um cachorro você tiver um gatinho, aparentemente eles preferem ficar grudadinhos no dono, ou usar a bike como dormitório mesmo! :)




Bom passeio! Divirta-se!

#GoBikers!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Mejor en Bici!

Rola em Buenos Aires uma campanha bem bacana para incentivar o uso das bikes na cidade.
O programa se chama Mejor en Bici, começou em 2010 com três estações, 72 bicicletas e 100 viagens diárias. Segundo o governo, atualmente são cerca de 114 mil pessoas utilizando o serviço, 800 bicicletas, 32 estações e cerca de 100 km de ciclovias.
E o mais legal são os cartazes de divulgação da campanha, criados por Ramiro Raposo e Fernando Sosa. São cinco trabalhos que mostram partes vitais do corpo em ilustrações simples, enfatizando os benefícios do uso da bicicleta na saúde.

Confira abaixo:






Saiba mais sobre a campanha em: http://www.mejorenbici.com/

#GoBikers!

domingo, 4 de maio de 2014

"Pedalando mundo a fora" - Londres por Luzjoara Bianco

Continuando a série "Pedalando mundo a fora", conversamos com a nossa amiga Luzjoara Bianco que mora em Londres há dois anos e meio. 

Confira:



1) Há quanto tempo você mora em Londres?

Eu moro em Londres há dois anos e meio e morei na Itália por cinco anos.

2) Com qual freqüência você costuma pedalar? 

Por volta de 2 vezes por semana. Na Itália pedalava mais, até 5 vezes por semana. 



3) Você costumava pedalar no Brasil? Com a mesma freqüência? Para você, qual seria a principal diferença entre pedalar no Brasil e na sua atual cidade: Londres?

Sim eu costumava pedalar no Brasil, de 3 a 5 vezes por semana. São Paulo e Londres são cidades grandes, o que dificulta com certeza a segurança do ciclista. 
São Paulo não tem ciclovias, as ciclovias de Londres são na linha do ônibus, o que particularmente me deixa insegura e desconfortável na hora de pedalar. Pedalar em Milão e muito mais seguro do que em Londres, mas isso somente porque o fluxo de carros é menor.


4) Há algum código a ser obedecido? 

Sim, na Europa tem muitas normas a serem seguidas, as principais exigências acredito que seriam as luzes, tanto traseira, quanto dianteira. Veja aqui as regras a serem obedecidas.

5) O que acha da qualidade das Ciclovias? (Manutenção, sinalização, fiscalização e orientação para os usuários, etc) 

Sim, acho que é bem sinalizado, a manutenção é constante e a fiscalização também.

6) Você acha que as ciclovias na sua cidade conectam bem os principais pontos da cidade? Ou são apenas trechos que não ligam nada a nada?

Acho que os trechos são ótimos, mas novamente, não há ciclovias, andamos na linha do ônibus, o que faz com que eu pense muito antes de pedalar aqui em Londres.



7) Os transportes coletivos permitem/ facilitam a entrada de bicicletas? Na sua cidade tem um fluxo grande de ciclistas? A cidade foi adaptada a essa demanda? (bicicletários, bike shops, ciclovias, etc) 

Sim, Londres respeita os ciclistas, você pode colocar a bike no metro entre as 9 e 5 da tarde, além disso o transporte aqui é muito bom.

8) O ciclista pode ser multado, caso não obedeça ao código? Há fiscalização constante? 

Não sei o valor da multa, mas sim eles multam se você estiver na calçada ou sem luz na bike. A bicicleta é considerada um veículo, portanto deve andar junto com os veículos motorizados. Eu já fui parada pela polícia por estar na calçada.



9) Como funciona o ciclismo para os turistas? É incentivado? É fácil? 

Para turistas é muito simples inclusive para quem não quer ter a própria bike (aqui também roubam bicicletas e bastante, inclusive roubaram a de um amigo recentemente). Todas as estações do metro possuem bike, você tem que colocar seu cartão na máquina e pagar, eles te passam um código e você retira a bike, tudo muito simples e não leva mais de 3 minutos.

10) Para você, qual a principal diferença entre pedalar em Londres e o Brasil?

Sinceramente não sei a diferença entre Londres e Brasil, pois faz alguns anos que estou fora e não sei como está o índice de evolução das ciclovias por ai. Aqui em Londres, talvez os motoristas tenham mais consciência e respeitem mais o ciclista, o fato de não gostar de pedalar entre carros é somente uma questão pessoal.


#Gobikers!

domingo, 20 de abril de 2014

"Pedalando mundo a fora" - Berlim por Bruno Pugliese


Após conversar com alguns amigos que moram fora do Brasil e utilizam a bicicleta como meio de transporte ou lazer, resolvemos entrevistá-los e compartilhar com vocês. Assim nasceu o projeto "Pedalando mundo a fora", que visa principalmente notar as diferenças relacionadas a urbanismo, infra-estrutura e cultura da bicicleta nos diversos países. Será que há grandes e absurdas diferenças? Vamos descobrir! 

O entrevistado da vez é o Bruno Pugliese, que mora a quatro anos em Berlim.

1) Há quanto tempo você mora em Berlin? Há 4 anos. 

2)Com qual freqüência você costuma pedalar? Geralmente 1 vez por semana. 

3) Você costumava pedalar no Brasil? Com a mesma freqüência? Para você, qual seria a principal diferença entre pedalar no Brasil e na sua atual cidade: Berlim? Eu pedalava bastante no Brasil, e quando me mudei para Berlim também pedalava todos os dias, até quando tive minha bicicleta roubada. Em Berlim o planejamento é muito melhor e não há comparação com SP, as ciclovias são bem abrangentes e funcionais, a topografia da cidade também ajuda por quase não haver subidas, sempre há um bicicletário para deixar a bike, e elas podem ser transportadas nos trens e metros. 


4) Há algum código a ser obedecido? Sim, ciclistas devem pedalar nas ciclovias, caso não haja, podem ocupar a faixa à direita das ruas e devem respeitar as mesmas regras de trânsito que qualquer outro veículo (dar preferência aos pedestres, parar no sinal vermelho, dar setas com as mãos se for virar à direita ou esquerda), além do uso obrigatório de dínamo na roda para armazenar energia cinética para acionar as lâmpadas traseiras e frontais à noite.

5) O que acha da qualidade das Ciclovias? (Manutenção, sinalização, fiscalização e orientação para os usuários, etc). A qualidade das ciclovias é excelente, somente em lugares onde as raízes das árvores vão crescendo e deformam a calçada é que atrapalha um pouco, mas no geral é nota 10. 

6) Você acha que as ciclovias na sua cidade conectam bem os principais pontos da cidade? Ou são apenas trechos que não ligam nada a nada? Os trechos são bem planejados, eu ia trabalhar todos os dias de bicicleta seguindo a ciclovia ou a ciclofaixa, elas são bem conectadas através da cidade. 

7) Os transportes coletivos permitem/ facilitam a entrada de bicicletas? Na sua cidade tem um fluxo grande de ciclistas? A cidade foi adaptada a essa demanda? (bicicletários, bike shops, ciclovias, etc). Sim, para transportar a bicicleta é preciso comprar dois tickets, um para você e um para sua bicicleta, e sempre há espaço para transportá-la. A cidade é bem adaptada para o grande número de bicicletas, realmente faz parte da cultura das pessoas ter a bicicleta como um meio de transporte.


8) O ciclista pode ser multado, caso não obedeça o código? Há fiscalização constante? O ciclista pode ser multado se não obedecer às regras, há blitz de fiscalização, eles verificam se as luzes estão funcionando, os freios também. Mas grande parte dos ciclistas não respeitam as regras e andam nas calçadas onde não há ciclovias, tomando lugar dos pedestres, não param no sinal vermelho quando os pedestres estão atravessando a rua, podendo causar acidentes, etc.

9) Como funciona o ciclismo para os turistas? É incentivado? É fácil? O ciclismo para os turistas é bastante fácil, sempre há uma Radladen (loja de bicicleta) por perto, os preços não são caros, é uma forma bastante agradável de conhecer a cidade pedalando.

10) Para você, qual a principal diferença entre pedalar em Berlim e o Brasil?A principal diferença entre Berlim e SP é a total falta de planejamento e adequação das vias públicas para com os ciclistas. Infelizmente em SP não há como ter a bicicleta como meio de transporte. Mas no restante do Brasil é diferente, nas cidades do litoral de SP e no Rio de Janeiro já há um planejamento bem melhor, é possível ir de um bairro ao outro pedalando ou percorrer a orla das praias de bike.


#gobikers!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dica de leitura: Vá de Bike - um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta


Hoje vamos falar sobre um livro que caiu em nossas mãos e nos conquistou logo de cara: "Vá de Bike - um guia radicalmente prático para você andar de bicicleta" do autor Grant Petersen, fundador e dono da Rivendell Bicycle Works. 
Editado no Brasil pela Odisseia Editorial e lançado no final do ano passado, o livro está longe de ser parecido com outros títulos sobre bicicleta disponíveis no mercado. Nada de modelos de bicicletas únicos e raros e  linguagem técnica. Na verdade, é o contrário: Petersen desmistifica algumas pré-concepções que temos sobre o ciclismo, demonstrando por meio de suas próprias experiências que pedalar é algo fácil e prazeroso, e assim deve permanecer, lembrando uma brincadeira de criança. E tudo isso com uma linguagem simples, clara e divertida!
Com o seu conhecimento de mercado e, claro, de vida, o autor nos apresenta ao mundo do ciclismo profissional e amador, derrubando mitos e com um objetivo maior: simplificar o ato de andar de bicicleta, através de capítulos com títulos divertidos como "Pedale como uma fada, não como um boi", "Surpresa: tecidos não respiram" e "Eletrólitos para manés e muquiranas".
Afinal, você não precisa estar com uma roupa colada, em cores fluorescentes, ter uma bicicleta com marchas infinitas e sair paramentado como um astronauta para dar uma voltinha de bicicleta.
É claro que não concordamos com tudo que está neste livro, e nem é este o objetivo. A coisa é provocar o leitor para que este reflita sobre o ato de andar de bicicleta. Vale a leitura pela experiência do autor, a linguagem informal e divertida e pela ideia central do livro: Pedalar deve ser leve e prazeroso!


Boa leitura!

#gobikers!

sábado, 4 de janeiro de 2014

Dicas para pedalar no calor!


O ano começou e as temperaturas estão pra lá de altas!
E aí? Com temperaturas acima de 30°C dá para pedalar?
Mas é claro que sim! Só que exige alguns cuidados especiais, assim como quando se pedala na chuva, neve, ou frio.
Por isso, passamos aqui algumas dicas que não podem faltar caso você resolva encarar o sol e sair para uma pedalada.

Protetor solar:


Item obrigatório não só para quem vai pedalar, mas para quem vai fazer qualquer atividade externa nestes tempos de calor. Claro que mesmo com protetor, não dá para garantir 100% de proteção. Ou seja, aquelas marcas indesejadas de camiseta, bermuda, luva etc são praticamente inevitáveis. Mas um bom protetor solar vai te proteger daquela incômoda vermelhidão ardida e uma bela insolação. E não se esqueça de levar o protetor e passá-lo novamente de hora em hora, após transpiração muito forte, ou sempre que julgar necessário. E não se engane em dias nublados: o mormaço também queima e desidrata.

Roupas e acessórios adequados:


As roupas podem ser um aliado ou um vilão para quem vai pedalar no calor.
Dê preferência a roupas de tecido leve, de cores claras. Se estiver usando capacete, não esqueça da viseira.Ou use um boné, boina, ou algo que possa proteger sua cabeça e rosto do sol.
Óculos de sol também ajudam bastante!

Hidratação:


Isso é muito, muito importante. Sempre ande abastecido, principalmente em pedaladas longas. Não pode faltar água. E nestes casos, de pedaladas de longa distância e alto gasto energético, leve também um isotônico ou água de coco, pois quando se transpira não se perde somente água, mas também sais minerais.
Tem uma dica importante: beba um gole de água a cada 10 ou 15 minutos, mesmo que esteja sem sede. Quando o corpo está com sede já é um sinal de desidratação.


Para transportar o líquido, existem várias formas, desde carregar uma garrafa de água em uma mochila, como as caramanholas presas em suportes que podem ser fixos no quadro da bicicleta. Existem de vários tipos, as de plástico, de alumínio ou térmicas. Por sinal, estas últimas, podem ser bastante úteis, já que depois de pedalar um tempo debaixo do sol, o líquido transportado pode estar morno. Existem caramanholas térmicas que mantem o líquido geladinho por até 03 horas.


Outra opção são as mochilas de hidratação, que também mantém a temperatura da água por mais tempo e propiciam a facilidade de tomar água sem tirar as mãos do guidão através do "canudinho". Existem vários modelos, com capacidade de 01 a 03 litros.

Horário e planejamento da rota:


No verão, isso pesa bastante. Evite sair nos horário de pico de calor (meio-dia até 15h00), dê preferência pedalar de manhã ou no fim da tarde.
Além do horário, planejar bem a rota, dando preferência a ruas com sombras ou bem arborizadas e evitando subidas íngremes faz toda a diferença! Lembre-se que no calor a sensação de cansaço e esgotamento físico é maior e mais rápida. Se possível pedale mais devagar e com calma.

E é isso! Seguindo estas dicas simples, seu pedal será muito agradável! Afinal pedalar no verão é uma delícia, sentir o vento no rosto, o sol deixa tudo mais bonito!

#Gobikers!

domingo, 3 de novembro de 2013

Coisa para profissional!

Bem, sinceramente não sabemos dizer se isso é uma intervenção artística ou a mais dura realidade...
Mas o fato é que se for real, andar de bike em Bulgária é só para profissional! 
Confiram abaixo imagens reais e surpreendentes das ciclorrotas de lá:












Fonte: BTurn

#Gobikers!



terça-feira, 29 de outubro de 2013

Spinlister: aplicativo para aluguel de bicicletas


Em uma época em que o número de adeptos à bicicleta vem crescendo, é assustador ver quantas bikes existem encostadas em algumas casas, juntando poeira.
Pois bem, graças ao aplicativo Spinlister, essas magrelas poderão rodar novamente pelas cidades. Trata-se de um aplicativo que funciona como uma página de anúncios, mas restrito apenas para aluguel de bicicletas.
"Muita gente tem ótimas bicicletas, mas elas estão escondidas na garagem", afirma Marcelo Loureiro, presidente-executivo da Spinlister, com sede em Santa Mônica, Califórnia.
O Spinlister é grátis, está disponível globalmente e funciona de forma simples. O interessado em alugar uma bicicleta informa sua localização, e o aplicativo rastreia qual a bike "encostada" mais próxima. O aplicativo ainda disponibiliza diversos tipos de filtros, como modelo ou faixa de preço. O pagamento pode ser feito através de cartão de crédito, e o preço varia bastante conforme o modelo da bike alugada. O custo para o dono da bicicleta, é de 17,5% do valor do aluguel.


Para garantir a integridade da bicicleta alugada, os usuários devem assinar um termo de responsabilidade. Além disso, tanto o locador como o locatário podem avaliar no site do aplicativo, como foi a experiência de compartilhar uma bike.
O Spinlister é uma alternativa interessante para turistas ou para quem mora em cidades que não possuem um sistema de locação de bicicletas, ou que simplesmente querem ter a experiência de pedalar em um tipo de bicicleta diferente da que possuem. Além disso, o aplicativo tem o objetivo de incentivar a convivência humana, o uso da bicicleta e a troca de experiências de pedalar.
Afinal, nas palavras de Loureiro, pedalar "está se tornando algo cultural, um estilo de vida".
E lembrando que esta é uma ferramenta para ajudar quem está em busca de uma magrela para alugar. Mas exitem outras belas iniciativas que emprestam ou doam bicicletas sem nenhum custo, como por exemplo, o "Coletivas" que já falamos aqui no blog. Ou seja, agora não tem mais desculpe para não pedalar! :)

#Gobikers!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

10 Curiosidades sobre a bicicleta


Você sabia?

1 – Cerca de 100 milhões de bicicletas são fabricadas por ano no mundo inteiro.



2- O americano John Howard foi o ciclista que quebrou o recorde de velocidade sobre a bicicleta, atingindo 245,08km/h.




3-  É possível estacionar 15 bicicletas no espaço de 1 carro.




4- O fato de pedalar 25 minutos ou 4,2 quilômetros todo dia, diminui em 50% o risco de doenças cardiovasculares.




5 -  O custo para manter uma bicicleta é anualmente 20 vezes mais barato que manter um carro.




6 – Se bicicletas forem utilizadas para viagens em vez de carros, cerca de 238 milhões de litros de gasolina são economizados anualmente.




7 – Estudos indicam que existem 1 bilhão de bicicletas ao redor do mundo, sendo que 500 mil estão na China.






8 – Na Holanda de 7 entre 8 homens acima de 15 anos tem uma bicicleta.





9 – Os irmãos Wright, pioneiros da aviação, tinham uma loja de manutenção de bicicletas e foi nela que desenvolveram suas máquinas voadoras. 




10- As primeiras bicicletas chegaram ao Brasil em 1898, vindas da Europa.


Você quer compartilhar alguma novidade, curiosidade, histórias sobre a bicicleta? Envie pra gente!

#GoBikers!