Setembro é o mês da mobilidade. Sabe por quê? Porque é o mês do Dia Mundial sem Carro, comemorado em 22 de setembro em todo o mundo. A data é celebrada em São Paulo há quase dez anos. Ciclistas vão para as ruas fazer bicicletadas. Ativistas lembram do uso mais humano e eficiente do espaço público, e ocupam as vagas dos carros com as “vagas vivas”, oferecendo interação e intervenções artísticas.
Foram tantas atividades surgindo nesses anos, que uma única data ficou pequena – já que são tantas coisas para se fazer e falar na cidade quando a pauta é viver sem o carro! Daí surgiu a semana da mobilidade, que também ficou pequena, e agora o mês de setembro é considerado por prefeituras, ONGs, movimentos sociais e ativistas como o mês da mobilidade.
“Bicicleta(s)” é uma exposição coletiva dos fotógrafos curitibanos Diego Cagnato e Simony Sotelo, e foi pensada especialmente para integrar o calendário do festival ARTE BICI MOB 2013. Diego e Simony são amigos de longa data, se conheceram dentro de uma cena musical independente de Curitiba, e há muito tempo também partilham de um gosto em comum: fotografias de bicicletas. Simony tem registrado a bicicleta como um elemento da cidade, seja como transporte ou lazer. Diego acabou indo para o lado esportivo do ciclismo, registrando provas amadoras e profissionais. Dessa forma, a ideia é mostrar que a bicicleta pode estar presente em todos os momentos do dia a dia.
Para quem é de Curitiba, vale a pena separar um dia para conhecer o trabalho do Diego e da Simony!
Repense sua relação com a cidade e vá de bike!
Data(s): 10 de setembro (abertura às 20h) a 10 de outubro de 2013
Horário(s): Terça a domingo, das 12h às 23h
Preço(s): Grátis
Onde: Aldeia do Beto - Rua Professor Brandão, 678 - Alto da Rua XV
#GoBikers!
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Entrevista inédita com a banda CO2 Zero!
Já conhece a Banda CO2 Zero?
Não? Pois aqui vai uma oportunidade de conhecer o trabalho nota 10 feito por esse pessoal.
A Banda CO2 Zero é de Santa Bárbara D'Oeste (interior de São Paulo) e promove educação ambiental utilizando música e um modelo sustentável de geração de energia elétrica através de bicicletas ergométricas adaptadas com geradores.
A banda se iniciou em março de 2009 e possui quatro integrantes: Armelin (bateria), Kleber (contra-baixo), Max (guitarra e voz) e Reginaldo (guitarra e voz).
Confira agora o bate-papo inédito que tivemos com o Armelin, Reginaldo e Max e saiba mais sobre a banda e essa iniciativa sustentável!
BL: Como vocês se conheceram?
Reginaldo: A primeira formação da banda não fazia versões e nem músicas de autoria própria. Éramos quatro integrantes: o Armelin, o Max (que ainda estão na banda) e mais dois integrantes. De uns anos para cá, a banda começou a ter outra proposta, levando sustentabilidade e palestras ambientais para as pessoas que assistiam aos shows. A banda também foi tomando outro foco e em 2009, fui convidado para integrar a banda. Por último veio o Kleber, que em 2010 nos contratou para um show e posteriormente se juntou à banda. Porém, eu e o Armelin já nos conhecíamos muito antes da banda surgir, há uns 30 anos (risos).
BL: Bom, então no início vocês eram uma banda “comum”?
Armelin: Sim, inicialmente eu e o Max tocávamos covers de músicas de outras bandas. Quando eu comecei a trabalhar com a área ambiental, eu sugeri ao Max que deixássemos o cover para trás e fizéssemos algo original unindo música e educação ambiental. O Max adorou a idéia e a nova formação da banda já tinha esse foco.
BL: Vocês já pedalavam antes da banda?
Armelin: Sim, comecei a pedalar na barriga da minha mãe (risos). Nunca deixei de pedalar, inclusive meu carro está apodrecendo na garagem, eu faço quase tudo em cima da bicicleta.
BL: E os outros integrantes? Todos pedalam?
Armelin: Eu venho cobrando bastante da banda, se nós estamos cantando algo, temos que executá-lo também. Depois de mim, quem pedala mais é o Reginaldo, seguido do Kleber. O que menos pedala é o Max. Porém eles estão sendo desafiados, pois nós teremos muito em breve, uma apresentação, aonde chegaremos todos de bicicleta e o show vai ser em cima da bicicleta. Eles não pedalam muito, mas eu estou puxando a orelha deles! (risos)
BL: Como surgiu a idéia do pedal sustentável? Quem surgiu primeiro? A banda ou o pedal sustentável?
Armelin: Primeiro nasceu o pedal e depois a banda. Pedal sustentável é o nome para dizer que você vai pedalar e gerar energia elétrica.
Eu, como professor de mecatrônica, tive em 2005, o desafio de levar para os alunos o tema ambiental, dentro de um curso técnico. Eu conduzia essas aulas baixando algumas transparências da internet. Mas isso não prendia a atenção dos alunos. Um belo dia em casa, eu reuni três paixões: ciclismo, mecatrônica e música.
Um gerador elétrico, uma bicicleta, uma gambiarra (risos) e o movimento da pedalada na bicicleta gerou energia através do gerador e tocou uma música. Pronto! Fui para a escola com essa bicicleta e comecei a palestra falando sobre sustentabilidade. Logo tocou uma música e isso prendeu muito a atenção de todos. A partir daí foi muito fácil falar e desenvolver o tema. Eu nem precisei das transparências, só o cenário e as pessoas pedalando deram o clima ideal para a palestra! Depois eu descobri que nós, seres humanos, temos uma boa capacidade de gerar energia elétrica quando se fala em gerar som. E aí foi fácil começar a banda. Foi só falar para o Max, vamos parar de fazer cover e vamos apostar nisso, algo inovador, que ninguém faz no Brasil.
BL: Com certeza, muito bacana.
Armelin: No começo parecia ser loucura, o pessoal olhava aquilo e achava meio estranho. Mas com o passar do tempo, a gente viu que não é mais estranho para as pessoas ver isso, a gente às vezes está em um show e vê lá longe alguém passando e comentando com o outro “Ah, é aquele lance de bicicleta, música, que gera energia”, ou seja, as pessoas já sabem do que se trata mesmo sem chegar muito perto.
BL: Bom, mas isso é normal, sempre quando há uma idéia nova, pioneira, de início é olhada com estranhamento...
Armelin: Sim, ainda bem que eu encontrei uns loucos para me acompanhar e eu não fui louco sozinho! (risos)
BL: De onde surgiu o nome CO2 Zero?
Armelin: Foi em 2008, quando eu precisava dar um nome para a banda, pois íamos fazer o show de estréia.
O nome CO2 Zero tem a ver com CO2 é o dióxido de carbono, é algo que nosso planeta está emitindo muito por causa da ocupação humana, quando usa muito petróleo. O CO2 não é venenoso ao humano e é até bom para as árvores, só que em excesso, o planeta começa a esquentar e reter calor. E quanto ao zero que foi colocado no final do nome, na engenharia, o zero significa equilíbrio. Ou seja, dióxido de carbono equilibrado. Ou seja, ou você deixa seu carro na garagem e vai andar mais de bicicleta, ou planta muitas árvores para sequestrar todo esse CO2 em excesso no planeta. Esse é o fundamento. E também com bons olhos sobre o Protocolo de Kyoto que fala sobre isso.
BL: Quanto às músicas, vemos versões muito bacanas com temas de coleta seletiva, pedal, ações sustentáveis... Quem é o compositor da banda?
Armelin: O Reginaldo é o melhor cara para fazer versões musicais do planeta! (risos)
Reginaldo: Nós temos duas pessoas para fazer as versões. Na verdade tudo começou com o Armelin, que quando queria falar sobre alguma coisa, trazia um texto e em cima disso, eu colocava a musicalidade. Então eu pegava uma música e adaptava o que ele queria falar. Além das versões, tem as músicas próprias da banda, e quem faz isso é o Kleber.
BL: Uma coisa muito bacana que rola nos shows de vocês é que o público participa da apresentação pedalando junto ao Renan, ciclista monitor. Como funciona essa participação?
Armelin: A proposta da banda é a participação do público. Nós podemos até começar pedalando para mostrar como funciona, mas logo temos que abandonar porque não dá para pedalar, tocar e cantar ao mesmo tempo. Mas isso é uma mensagem para dizer que o trabalho em grupo é o que causa a melhoria ambiental. As pessoas precisam se ajudar para que a coisa possa acontecer.
Reginaldo: O importante da participação do público é o trabalho em equipe, pois as pessoas percebem que uma depende da outra. Você pedalar sozinho é uma coisa, pedalar em 3 ou 4 pessoas é outra. Além disso, é também uma forma de entretenimento para quem assiste nossos shows. Por isso a gente quer e torce para que todo mundo que está acompanhando nossa apresentação possa pedalar com a gente também.
BL: Qual a reação do público quanto a esta interação? É positiva?
Armelin: No começo era muito estranho, precisava quase insistir para a pessoa subir na bicicleta. Mas hoje não é mais assim, a gente acaba de montar as bicicletas, está arrumando as coisas, e já tem gente querendo pedalar, principalmente as crianças, que entendem muito bem o que está acontecendo ali. Aí acabam vindo os pais e também outras pessoas. E o pessoal do ciclismo também adora, tem gente que não quer largar da bicicleta.
BL: E isso é muito legal, pois mostra que existem formas criativas de se ensinar educação ambiental para as pessoas. Gostaria de saber qual a opinião de vocês sobre a questão do ensino da educação ambiental no Brasil, como vocês se sentem fazendo isso, e qual o retorno que vocês veem do público.
Max: Geralmente, quando é criança, a gente ouve falar que ela começa a pegar no pé dos pais, chamando atenção para desperdício de água, e outros temas citados nas músicas. E isso é legal porque a criança vai criando a conscientização desde cedo e vai passando para o adulto. Bom, o Brasil é um dos campeões de reciclagem, de alumínio pelo menos. Ainda precisamos melhorar muito e eu acredito que o cuidado ambiental faz parte. Mas tudo isso tem que ser feito com equilíbrio, para não adotarmos a postura de “ecochatos”
Armelin: Tanto que em nossas músicas sempre temos o cuidado de passar a mensagem de forma positiva e divertida, nunca em tom de cobrança. E a gente acredita que se é divertido entra na cabeça da pessoa e assim que ela começa a digerir e cantar aquilo, ela começa a ter vergonha de fazer coisa errada. Por exemplo, quando o Max canta “Sacolas de Plástico não morrem”, a gente quer que as pessoas fiquem envergonhadas quando vão ao supermercado e pegam as sacolas de plástico.
Reginaldo: O que a gente percebe também, é que isso é a passo de formiguinha. Mas o que a gente vê é que antigamente as pessoas só destruíam, e hoje isto está mudando. E é isso nos motiva. Estar entre as pessoas que fazem algo pelo meio ambiente para que esta situação seja revertida. Que tenham mais pessoas dia a dia vendo que não é só destruir e consumir, mas também economizar e proteger.
BL: Continuando no tema educação, gostaria de falar sobre uma questão que a gente briga tanto aqui em São Paulo, que é a mobilidade urbana, que é a questão de ter uma cidade feita por pessoas e para pessoas, de ter um sistema de mobilidade que seja agradável a todos. E dentro disso, gostaria de citar o uso da bicicleta como forma de transporte alternativo sustentável. O que vocês acham sobre isso?
Reginaldo: Pensando pelo lado frio, eu acho que ainda está um pouco perigoso de se andar. A gente vê muitos acidentes com ciclistas por falta de educação. Então eu vejo que para isso ser algo seguro, infelizmente não depende só da gente, só das pessoas que se motivam e tem esse pensamento de andar de bicicleta. Acredito que ainda demore alguns anos para que isso seja uma forma segura e prática, faltam ciclovias, falta respeito dos motoristas, mas eu acredito que em um futuro, não sei se próximo, as bicicletas serão a melhor forma de locomoção sustentável nas cidades. Acredito que falta um pouco de iniciativa do governo.
Max: Infelizmente nossa urbanização foi pensada única e exclusivamente para os carros, que é um modelo de status no Brasil. Isso tem que mudar. É cultural, educacional. Leva tempo, mas as pessoas vão se conscientizando, tudo vai mudando, cria-se uma política de educação, não é fácil e quem está fazendo, sofre as consequências. Mas eu vejo um aumento no número de ciclistas nos últimos anos. Por exemplo, um rapaz que conhecemos em um evento comentou que trabalha em uma empresa aqui em Santa Bárbara (SP) e ia de bicicleta todo dia. Quando ele começou a ir de bicicleta, tinha um bicicletário abandonado. Então, a empresa restaurou esse bicicletário e hj seis pessoas vão trabalhar de bicicleta. São as pequenas iniciativas. A partir disso, as coisas tomam corpo, consegue-se apoio político para melhores estruturas. Com estatísticas não tem como não dar certo.
BL: Sim, a mudança vem de pequenos núcleos
Max: Sim, até pouco tempo atrás o Armelin era o louco das bicicletas (risos). E hoje muitas pessoas possuem essa mesma afinidade, esse mesmo pensamento.
Reginaldo: No dia 4 de outubro deste ano lançaremos nosso CD de músicas autorais que se chama Cantando Ecologia. O lançamento será em um espetáculo no teatro de nossa cidade envolvendo duas importantes instituições, a APAE e o Colégio Ideal, onde estes farão algumas coreografias de nossas músicas. Na recepção do teatro haverá bicicletas geradoras anunciando o espetáculo e nós entraremos no teatro de bike! Enfim, muitas surpresas que só quem assistir saberá.
Armelin: No quesito tecnologia continuaremos a evoluir e criar invenções que serão devidamente patenteadas, o que significa que pertencerão publicamente a Nação Brasileira, onde de direito nos assegurará 20 anos de uso exclusivo delas.
Armelin: Eu quero encorajar meus amigos ciclistas e cicloativistas que acreditam que andar de bicicleta é fazer bem ao planeta. Snta-se confortável, e presenteado com isso. Eu sei que não é fácil andar na rua, encontrar os carros avançando e buzinando para nós. Mas o que a gente está fazendo pelo planeta vai fazer grande diferença. E as pessoas que estão com essa postura de não nos respeitar, não vai demorar muito tempo, também farão parte do nosso grupo. Esse é meu recado. Que todo mundo acredite em um mundo melhor, só que para isso você precisa ser uma pessoa melhor também.
Curtiu? Veja um trecho de um show com a música "Bike Vermelha"!
Quer ver a banda de perto: Acesse aqui a agenda!
#GoBikers!
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
#Vanmoof 10 - bicicleta elétrica inteligente!
A empresa holandesa Vanmoof conseguiu simplificar e revolucionar a bicicleta perfeita para o dia a dia, com um design limpo e uma série de características que vão fazer você se apaixonar por ela!
A Vanmoof 10 electrified foi considerada a primeira bicicleta inteligente para uso urbano. Os diferenciais da Vanmoof 10 com relação as outras bicicletas elétricas existente no mercado são vários, dentre eles:
- Bateria recarregável em apenas 3 horas e autonomia para até 60 quilometros;
- O sistema de condução consegue fornecer aos pedais até 80% a mais de energia que as bicicletas elétricas comuns.
- GPS que permite ao usuário rastrear a bicicleta onde quer que ela esteja.
- Computador de bordo
- Sistema de iluminação de LEDs Philips e trava de segurança integrados de forma inteligente ao quadro
Mas das coisas mais interessantes na Vanmoof é seu sistema inteligente de propulsão elétrica que fica completamente carregado em três horas, enquanto você trabalha ou estuda. Os sensores inteligentes identificam quando você está precisando de uma força extra e dosam na medida certa a energia aplicada no motor de 250W localizado na roda dianteira, capaz de levar a bicicleta a até 60 km/h! Além disso tudo também vale destacar o sistema de transmissão em cadeia fechada que dispensa lubrificação (e não suja a barra da calça…) e também os freios a disco!
A primeira leva de pré-produção com 200 bicicletas já foi toda vendida – pelo valor aproximado de R$ 6.160,00 cada belezinha! Em breve a empresa deve abrir uma nova chamada para pré-encomendas, mas que só deverão ser entregues em 2014.
Abaixo o vídeo da campanha:
Ficou com vontade de ter uma? Eu também!
#GoBikers!


- Bateria recarregável em apenas 3 horas e autonomia para até 60 quilometros;
- O sistema de condução consegue fornecer aos pedais até 80% a mais de energia que as bicicletas elétricas comuns.
- GPS que permite ao usuário rastrear a bicicleta onde quer que ela esteja.
- Computador de bordo
- Sistema de iluminação de LEDs Philips e trava de segurança integrados de forma inteligente ao quadro
Mas das coisas mais interessantes na Vanmoof é seu sistema inteligente de propulsão elétrica que fica completamente carregado em três horas, enquanto você trabalha ou estuda. Os sensores inteligentes identificam quando você está precisando de uma força extra e dosam na medida certa a energia aplicada no motor de 250W localizado na roda dianteira, capaz de levar a bicicleta a até 60 km/h! Além disso tudo também vale destacar o sistema de transmissão em cadeia fechada que dispensa lubrificação (e não suja a barra da calça…) e também os freios a disco!
A primeira leva de pré-produção com 200 bicicletas já foi toda vendida – pelo valor aproximado de R$ 6.160,00 cada belezinha! Em breve a empresa deve abrir uma nova chamada para pré-encomendas, mas que só deverão ser entregues em 2014.
Abaixo o vídeo da campanha:
Ficou com vontade de ter uma? Eu também!
#GoBikers!
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
#Conheçam a ONG Zambikes e a Zambulance!
Com uma equipe situada nos Estados Unidos, responsável pela angariação de fundos, a construção e distribuição é feita em Zambia e Uganda, com capacidade de distribuição para 9 países vizinhos: República Democrática do Congo, Tanzânia, Quênia, Sudão do Sul, Malawi, Angola, Moçambique, Ruanda e Burundi.
Além de fabricação e distribuição de ambulâncias, também oferecem treinamento e acompanhamento do uso da Zambulance, conduzindo pesquisas em áreas de maior necessidade de Zambulances e construindo parcerias estratégicas com os Ministérios da Saúde e ONG's nacionais e internacionais.
A Zambulance também ajuda os moradores locais, com emprego, oportunidade de progressão na carreira e novos conhecimentos adquiridos. Atualmente contam com 30 funcionários que trabalham em período integral através da Zambike em Uganda e Zambia.
A estratégia de distribuição é colocar Zambulances em aldeias, clínicas e hospitais, onde outras organizações de ajuda humanitária e de desenvolvimento estão ativamente operacionais.
Já foram distribuidas até o momento 1150 Zambulances:
Zâmbia: 950
Uganda: 50
República Democrática do Congo: 125
Malawi: 25
Você também pode colaborar de diversas maneiras:
- Fazendo doações de materiais
- Arrecadando dinheiro
- Liderando uma campanha para divulgar a idéia
- Prestando serviços profissionais
Cada Zambulance custa $ 1.000 e salva 2 vidas por mês!
Participe, colabore! Pequenas atitudes que salvam vidas!
http://zambikes.org/
#GoBikers!
terça-feira, 3 de setembro de 2013
#Bike Sampa
Fazendo minhas pesquisas na internet, encontrei o Bike Sampa. Com mais de um ano de atividade, o projeto de compartilhamento de bicicletas realizado pela Prefeitura de São Paulo através da Secretaria Municipal de Transportes, em parceria com o Itaú Unibanco e com a Samba/Serttel – já contabilizou mais de 250 mil viagens e cerca de 155 mil usuários cadastrados. Confesso que eu já conhecia, mas não sabia que era esse o nome!
O sistema é composto por estações inteligentes, conectada a uma central de operações via Wireless, distribuidas em pontos estratégicos da cidade de São Paulo. Os clientes cadastrados retiram a bicicleta na estação, utilizam a magrela e a devolvem (na mesma ou qualquer outra estação).
O projeto tem como objetivos:
- Introduzir a Bicicleta como alternativa saudável e não poluente;
- Combater o sedentarismo da população e promover a prática de hábitos saudáveis;
- Reduzir os engarrafamentos e a poluição ambiental nas áreas centrais das cidades;
- Promover a humanizãção do ambiente urbano e a responsabilidade social das pessoas
Habilitação do Passe Bike Sampa
Basicamente você acessa o site, faz o seu cadastro e informa os dados do cartão de crédito (eles cobram R$ 10,00 para habilitar o passe).
Depois você liga do seu celular para o número (11) 3298-8811 ou utiliza o APP do Bike Sampa para retirar a bicicleta da Estação.

É só digitar o número da Estação que quer retirar a bicicleta, seguido do número da bicicleta. Após isso, uma luz verde se acenderá e você pode retirar a magrela.Você pode utilizar por quanto tempo quiser. Viagens de até 30 minutos são gratuitas, desde que sejam realizadas com intervalos de 15 minutos entre elas. Viagens superiores a 30 minutos são cobradas: R$ 5,00 (a cada meia hora) diretamente no cartão de crédito.
A devolução da Bicicleta pode ser realizada em qualquer estação disponivel. É só encaixar a bicicleta e verificar se a mesma está devidamente travada.
O Bike Sampa funciona das 6:00hs as 22:00hs, 7 dias por semana. Cada passe só pode retirar uma bicicleta por vez.
A estação mais procurada para a retirada das laranjinhas é a do Portão 6 do Parque do Ibirapuera, seguida pelas do Parque do Povo e a da Rua João Cachoeira.
São duas mil bicicletas divididas entre 100 Estações. Abaixo, o link com o mapa das Estações:
Para complementar esse projeto a CET - Companhia de Engenharia de Tráfego, tem implantado Ciclorrotas nestes bairos, com circuitos entre as estações, compostos por vias locais e secundárias, sinalizadas para maior segurança dos ciclistas e atenção dos motoristas.

Todas as informações você encontra aqui:
#GoBikers!
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Conheça a ONG Pedals for Progress!
A organização não governamental Pedals for Progress está estabelecida nos E.U.A, e sua missão é ajudar o desenvolvimento econômico de sociedades mais carentes através da reciclagem de bicicletas e máquinas de costura que seriam destinadas aos aterros norte-americanos.
Também é comum, nos países mais carentes, as equipes médicas usarem bicicletas para chegarem em aldeias mais remotas, onde nem existem estradas e de outra forma os medicamentos e outros equipamentos necessários à equipe não chegariam.
Em 22 anos de trabalho, o Pedals for Progress já distribuiu 137.273 bicicletas e 2.386 máquinas de costura. Segundo dados da organização, todos os anos os americanos ricos compram 22 milhões de bicicletas novas e descartam milhões de bicicletas velhas, sem contar as bikes que ficam abandonadas em porões, galpões ou garagens. Enquanto isso, pessoas em países pobres estão precisando de um veículo que seja barato, não poluente, que gere postos de trabalho e propicie o desenvolvimento.
Há, inclusive, um documentário chamado A Cidade das Bicicletas, baseado na trajetória da cidade de Rivas, na Nicarágua, e as transformações sociais decorridas das ações da ONG.
Trailer do documentário: http://vimeo.com/20370519#
Acesse o site e faça uma doação!
#GoBikers!
Fonte: http://www.revistabicicleta.com.br/
domingo, 1 de setembro de 2013
Chegou o mês do "Dia Mundial Sem Carro"!
Hoje estamos entrando no mês mais especial do ano: o mês do "Dia Mundial sem carro"!
A História do DMSC começou na França em 22 de setembro de 1997. Em 2000, a União Européia instituiu a Jornada Internacional "Na cidade, sem meu carro", reunindo 760 cidades. No ano seguinte foram 1683 cidades participantes. Então a partir do êxito do Dia Europeu sem carro, a comissão organizadora lançou em 2002, a Semana Européia da Mobilidade.
No Brasil, a iniciativa começou em 2001 envolvendo 11 cidades: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO);Belo Horizonte (MG); Joinville (SC); São Luís (MA). Em São Paulo a iniciativa é realizada desde 2005.
Usando como exemplo as iniciativas européias, em 2010 foi idealizado no Brasil, uma semana de ações e conscientização relacionadas à mobilidade urbana.
Este ano, as atividades estão sendo publicadas aos poucos, na cicloagenda do site Vá de Bike. Fique de olho na programação da sua cidade!
Além disso, você como cidadão, pode deixar seu carro na garagem e experimentar conhecer sua cidade de outras formas: transporte público, caminhada, skate, patins ou claro, uma boa pedalada!
Participe e construa uma cidade melhor!
Postaremos mais informações conforme os eventos forem divulgados.
#GoBikers!
A História do DMSC começou na França em 22 de setembro de 1997. Em 2000, a União Européia instituiu a Jornada Internacional "Na cidade, sem meu carro", reunindo 760 cidades. No ano seguinte foram 1683 cidades participantes. Então a partir do êxito do Dia Europeu sem carro, a comissão organizadora lançou em 2002, a Semana Européia da Mobilidade.
No Brasil, a iniciativa começou em 2001 envolvendo 11 cidades: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO);Belo Horizonte (MG); Joinville (SC); São Luís (MA). Em São Paulo a iniciativa é realizada desde 2005.
Usando como exemplo as iniciativas européias, em 2010 foi idealizado no Brasil, uma semana de ações e conscientização relacionadas à mobilidade urbana.
Além disso, você como cidadão, pode deixar seu carro na garagem e experimentar conhecer sua cidade de outras formas: transporte público, caminhada, skate, patins ou claro, uma boa pedalada!
Postaremos mais informações conforme os eventos forem divulgados.
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